Festa da Misericórdia na Paróquia Santa Teresinha

A Paróquia Santa Teresinha convida a todos para a 2ª Festa da Misericórdia que acontecerá neste domingo, 23 de abril, na Matriz de Santa Teresinha em Sumaré. Será uma tarde de espiritualidade para jovens e adultos e haverá um espaço especial para as crianças, organizado pela Pastoral da Família da Paróquia Santa Teresinha, com brincadeiras e atividades.

Nesta segunda edição, o tema será “A Divina Misericórdia e a Virgem Maria” e o lema “Sou vossa mãe pela infinita misericórdia de Deus” (Diário 449), sintonia com o Ano Jubilar Mariano, por ocasião da comemoração dos 300 anos da descoberta da imagem de Aparecida. O evento começará às 15h com o Terço da Misericórdia, adoração e pregação. O encerramento será às 19h com missa presidida pelo Padre Claudiney Ferreira de Almeida. No final desta celebração haverá benção dos quadros de Jesus Misericordioso. Todas as pessoas que possuem esse quadro ou estampa devem levá-lo pois, segundo esta devoção, no domingo após a Páscoa deve ser celebrada a Festa da Misericórdia e os quadros devem ser expostos para veneração e para receber a benção solene. Contará também com a presença da Comunidade Pantokrator de Campinas, responsável pela música, e da pregadora Tania Bution de Bebedouro-SP.

A Igreja Matriz de Santa Teresinha localiza-se na Praça Cônego Carlos Augusto Gomes Malho, 13, Jardim Santa Terezinha, em Sumaré-SP. Mais informações pelo telefone (19) 3828.2652, pelo e-mail stateresinha@desktop.com.br ou site.

Sobre a Devoção

A devoção à Misericórdia Divina iniciou-se com as revelações de Jesus a Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa, que viveu entre 1905 e 1938. Os elementos da devoção estão registrados em seu “Diário”, escrito a pedido de Jesus. Os elementos mais importantes e difundidos desta devoção são o Terço da Misericórdia, o quadro de Jesus Misericordioso e a Festa da Misericórdia, que se celebra no domingo após a Páscoa. A Festa foi instituída oficialmente na Igreja Católica no ano 2000, pelo então Papa João Paulo II.

Por Thais Helena Bento