Comissão de Pastoral da Saúde

Assessor:
* Padre Norberto Tortorelo Bonfim

Coordenadores:
. Elpídio Santana Siqueira e Maria Helena Perim Siqueira

Informações:
Telefone: (19) 3227.0466
E-mail: elpidio.mariahelena@hotmail.com

Capelão Mór dos Hospitais:
= Dom Gilberto Pereira Lopes

Capelães nos Hospitais de Campinas:
= Casa de Saúde de Campinas – Padre José de Souza Primo, CSS
= Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher – CAISM – Padre Norberto Tortorelo Bonfim
= Centro Infantil Boldrini – Monsenhor Roberto Fransolin
= Centro Médico de Campinas – Padre Luiz Carlos de Araújo
= Hospital Beneficência Portuguesa – Padre Nilo Cavalcante de Oliveira Junior
= Hospital de Clínicas da UNICAMP – Padre Norberto Tortorelo Bonfim
= Hospital e Maternidade Celso Pierro da PUC-Campinas – Cônego Antônio Teixeira Filho
= Hospital e Maternidade Madre Theodora – Padre Arnaldo Félix Pereira, CRS
= Hospital Irmãos Penteado e Santa Casa – Cônego Jeronymo Antonio Furian
= Hospital Mário Gatti – Padre Nelson Ferreira de Campos
= Hospital Ouro Verde – Padre Odair Costa Nogueira
= Hospital Ouro Verde – Padre Valter Del’Acqua
= Hospital Vera Cruz –

Capelão no Hospital de Elias Fausto:
= Hospital Municipal Oswaldo Pimentel de Carvalho – Padre Thiago Luziano Leite

Capelão no Hospital de Hortolândia:
= Hospital Mário Covas – Padre Matheus da Silva Bernardes

Capelão no Hospital de Indaiatuba:
= Hospital Augusto Oliveira Camargo –

Capelães no Hospital de Monte Mor:
= Hospital Municipal – Padre José Eugênio Fávero e Padre Leandro Vaz da Costa

Capelão no Hospital de Paulínia:
= Hospital Municipal – Padre Paulo César Gonçalves Ferreira

Capelães nos Hospitais de Sumaré:
= Hospital Estadual – Padre Demetrius dos Santos Silva
= Hospital Saint Vivant –

Capelães nos Hospitais de Valinhos:
= Hospital Galileu – Padre Luís Augusto Ramos Vieira
= Santa Casa – Padre Dalmírio Djalma do Amaral

Capelão no Hospital de Vinhedo:
= Santa Casa – Padre Júlio César Calusni

A Pastoral da Saúde é, desde 1985 e por vontade expressa do Santo Padre o Papa João Paulo II, uma das formas de pastoral especializada. De facto a 11 de Fevereiro de 1985, pelo Motu Proprio “Dolentium Hominum” o Santo Padre instituiu a Comissão Pontifícia para o Apostolado dos Profissionais da Saúde, anos depois convertida em Conselho Pontifício para a Pastoral da Saúde.

A 13 de Maio de 1981, ocorreu na Praça de São Pedro o atentado contra o Papa Karol Wojtyla que estava a ser muito incómodo para muitos dos senhores do mundo. Daí, até a um atentado para lhe dar a morte foi um passo. Recolhido de imediato na Clínica Gemelli, ali permaneceu alguns meses até à sua plena recuperação. Foi um tempo de reflexão e de oração.

Quando o Papa deixou a clínica, quis oferecer ao mundo um documento notável sobre o sofrimento humano, a Encíclica Salvifici Doloris. Assinada a 11 de Fevereiro de 1984, constitui a carta magna de uma pastoral diferente. Se é certo que “o sofrimento humano suscita compaixão, inspira também respeito e, a seu modo, intimida” diz o Papa. É por isso que se torna urgente reflectir sobre o mundo do sofrimento e encontrar os caminhos para superá-lo e descobrir para ele um sentido mais profundo.

“A medicina, enquanto ciência e, conjuntamente como arte de curar, revela no vasto terreno dos sofrimentos do homem o seu sector mais conhecido”. E o Papa continua falando da importância da terapia que permite vencer alguns dos problemas humanos. Para além do sofrimento físico, é indispensável acompanhar o ser humano no seu todo, para este poder vencer os sofrimentos psicológicos, morais, sociais e até espirituais. O que está em questão é a saúde integral de cada pessoa. Talvez por isso, nesta carta encíclica comece a desenhar-se o que um ano mais tarde o Papa vai chamar “Pastoral da Saúde”.

Se a Pastoral é a acção organizada da Igreja, através da qual se torna presente, aqui e agora a acção salvífica de Cristo, então em Jesus Cristo todo o sofrimento é vencido pelo amor, e esta acção salvífica de Deus opera-se pelo dar mais saúde a cada pessoa na circunstância concreta em que está a viver.

A encíclica termina com uma interpretação maravilhosa da parábola do Bom Samaritano em que este estrangeiro faz tudo para dar saúde e mais qualidade de vida ao homem caído na estrada de Jericó .

Curiosamente, nos últimos discursos do Papa sobre a Pastoral da Saúde, este insiste muito em que os Profissionais de Saúde (médicos, enfermeiros, voluntários e outros) se devem tornar “bons samaritanos” na generosidade com que assistem e acompanham todos os que deles necessitam .